sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

O terrorismo te aterroriza?

É comum ver nos notíciarios, sobretudo recentemente, sobre essa tal constante ameaça terrorista em sua maioria alardeada por grupos islâmicos radicais como a Al Qaeda. O presidente norte-americano e Nobel da Paz, Barack Obama, disse recentemente que é necessário conter essa ameaça nos Estados Unidos.

Mas, e aqui no Brasil? O terrorismo te aterroriza?

Muitas pessoas acham que o terrorismo é composto por islâmicos radicais que se matam por sua religião, por seu Deus Alá, e até para desfrutar das 70 virgens que existem no seu. Mas terrorismo é mais que isso. Ou melhor, o terrorismo é muito menos que isso. Ás vezes um estigma de palavra nos faz associar certas coisas, como é o caso do terrorismo.

Mas é muito mais simples: terror + ismo.

De forma sucinta, o Wikipedia explica: Terrorismo é uma estratégia política que consiste no uso de violência, física ou psicológica, em tempos de paz, por indivíduos ou grupos políticos, contra a ordem, através de ataques a um governo ou à população que o legitimou, de modo que os estragos psicológicos ultrapassem largamente o círculo das vítimas, para incluir o resto da população do território."

E agora chegamos ao ponto que quero debater: o terrorismo que nos parece tão lonte, tão alheio e tão fruto de uma raiva religiosa contra o tal "Império de Satã", existe também no Brasil?

Vamos lá, basta tocar em alguns pontos:
  • você provavelmente tem medo de sair à rua, sobretudo se mora em um local considerado perigoso.
  • você provavelmente se preocupa com segurança.
A violência, no Brasil, assume índices escabrosos. Índices de guerra, armas de guerra. Apenas achamos que não estamos em uma guerra contra o terror (lembra dos EUA). Passei a pensar nisso: o governo brasileiro não se acha numa guerra contra o terror.

Não investimos na nossa polícia, não investimos em nada que englobe vencer essa guerra. Estamos apenas mantendo a situação como está (será?) e é melhor dar graças a Deus sobre isso.

Mesmo assim a população morre de medo dos terroristas que rondam nossas casas.

A nossa sorte é que não são homens-bomba.

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